A uma distância máxima de 30 km de Travancinha, há muito para ver, fazer e experimentar, tornando inesquecíveis as longas estadias no Chão do Rio.

Parque Natural da Serra da Estrela

O majestoso Parque Natural da Serra da Estrela começa a apenas 12 km de Chão do Rio. Gelado e branco no inverno, convida a raquetes de neve e esqui. Com uma enorme paleta de flores coloridas na Primavera, incentiva a descoberta através das trilhas que atravessam as montanhas. No verão, a frescura de suas lagoas desafia um mergulho. E no outono, as madeiras acobreadas recebem outros liliputianos e florestas de fungos coloridos. Seja qual for a época do ano da sua visita ao Chão do Rio, o Parque Natural da Serra da Estrela, tem "uma montanha de coisas" para oferecer.

Praias fluviais

Com distâncias que variam entre 13 e 30 km de Chão do Rio, existem quatro praias fluviais imperdíveis, com águas cristalinas, localizadas em paisagens magníficas.

Na margem esquerda do rio Alva, a apenas 13 quilômetros de Chão do Rio, encontra-se a praia do rio Vila Cova Coelheira, classificada com a bandeira de acessibilidade.

Também nas margens de Alva, mas um pouco mais longe (17 km), encontra-se a praia fluvial de Sandomil, uma praia sombreada com toda a infra-estrutura necessária para um dia bem passado

Mais distante de Chão do Rio (19km), mas já no Parque Natural da Serra da Estrela, com uma paisagem dominada por imensos afloramentos de granito e a Mata da Lapa, na ribeira da Caniça, encontra-se a praia fluvial da Lapa dos Dinheiros.

Finalmente, a 30km de Chão do Rio, por uma estrada cuja beleza encurta a distância, numa paisagem glaciar, no Parque Natural da Serra da Estrela, existe uma das mais belas praias fluviais de Portugal, a praia fluvial de Loriga.

Seia, uma cidade da montanha

Localizada no sopé da Serra, Seia assume-se como uma das portas de entrada do Parque Natural da Serra da Estrela mais . É uma cidade dominada pela presença da montanha, não só na paisagem, mas também no seu património cultural, sendo esta presença especialmente evidente nos diversos eventos que a animam Seia ao longo do ano, como a Festa da Transumância ou a Feira do Queijo, mas também no seu artesanato e rica gastronomia regional e nas diversas atrações que merecem uma visita, como o Centro de Interpretação da Serra da Estrela, o Museu do Pão, ou o Museu Nacional da Electricidade.

A cidade é pois uma forma de enriquecer e complementar a sua experiência na Chão do Rio, não só pela conveniência de ali encontrar tudo o que pode necessitar, como os grandes supermercados, mas também uma vasta oferta de restauração de qualidade e alguns aprazíveis locais animação noturna para um serão bem passado.

As Aldeias das Montanhas

No concelho de Seia existem várias aldeias únicas pelo cenário natural de montanha privilegiado em que se localizam e pela sua cultura e tradições, influenciadas também pelas condições geomorfológicas dos espaços que ocupam. Designados Aldeias de Montanha pela influência da montanha, a visita a este local é obrigatória para quem quer conhecer a Serra da Estrela e o seu povo. Aqui destacamos as aldeias localizadas mais próximas ao Chão do Rio, em distâncias que variam entre 19km e 31km.

Erguendo-se em direcção ao topo da montanha, a 23 km de Chão do Rio, encontramos o Sabugueiro, a aldeia mais alta de Portugal, onde é possível desfrutar da montanha com todos os sentidos. Seguindo na direção sul, a 19 km de Chão do Rio, encontramos a Lapa dos Dinheiros, onde a paisagem é íngreme e banhada pelo riacho Caniça. 21 km na mesma direção, há Valezim, cuja importância do passado é testemunhada pelo seu pelourinho e sua igreja medieval. A 25 km de Chão do Rio, entramos em Sazes da Beira, onde o xisto de montanha marca a arquitetura. 30 km distante de Chão do Rio, vila Loriga surpresas. Instalada na base da Serra da Estrela, a paisagem impressiona pela esmagadora monumentalidade da montanha. Por último mas não menos importante, a 31 km de Chão do Rio, encontramos a aldeia de Cabeça, cujo nome foi influenciado pela sua localização numa colina de granito arredondada, dando-lhe um ar de presépio, dos quais os seus habitantes tomam. vantagem todos os meses de dezembro, quando a aldeia está vestida de Natal, com a floresta verde que a cerca e lã vermelha que antes era vermelha aqueceu as ovelhas. Naquela época, Cabeça é a Aldeia de Natal de Portugal.

Restos do passado

Toda a região da onde está inserido o Chão do Rio é rica em património cultural, com as mais diversas origens, muito deste classificado. Numa distância máxima de até 28 km de Travancinha, encontram-se significativos exemplos, que merecem uma visita.


      A Anta da Arcainha situa-se na Seixo da Beira, a cerca de 9 km do Chão do Rio. Este é um excelente exemplo do vasto património arqueológico da região, classificado como Património de Interesse Público (em 1959). É formado por uma câmara poligonal com uma laje de cobertura e um longo corredor de entrada.

      Em Fiais da Beira, apenas a cerca de 11 km de Travancinha, encontra-se um curioso e singular exemplo do património rural local. Trata-se das Palheiras de Fiais da Beira, um conjunto de 75 casas de pedra solta em granito, implantadas num grande maciço em granito, exposto ao sol, utilizado como eira, para secar, malhar e limpar cereais.


          Em Bobadela, a cerca de 15 km do Chão do Rio, encontramos um significativo exemplo do património românico, classificado como Monumento Nacional (em 1992). Ali encontramos vestígios da “splendidissima civitas”, uma cidade romana datada da segunda metade do sec. I, ou da primeira metade do séc. II.


                Em Lourosa, a cerca de 25 km do Chão do Rio, encontramos um importantíssimo e raro edifício religioso, um dos mais importantes monumentos da Península Ibérica do Séc. X, de estilo pré-românico asturiano: a Igreja de São Pedro de Lourosa. Foi classificada como Monumento Nacional em 1916.



                      De origem ainda inconclusiva (romana ou posterior), o Castelo de Avô, localizado na freguesia com o mesmo nome, a cerca de 28 km da Chão do Rio, terá tido um importante papel defensivo na Guerra civil entre D. Sancho II e o seu irmão, mais tarde D. Afonso III. Em 1963 foi classificado como Imóvel com Interesse Público.